
O Acerto de Contas com a Pureza
Começamos confiando na nossa ignorância e chamando-a de inocência; confiando na nossa inocência e chamando-a de pureza. Quando ouvimos Jesus declarar que “do coração procedem os maus pensamentos”, recuamos e dizemos: “Mas eu nunca senti nenhuma dessas coisas terríveis no meu coração.” Resistimos ao que Jesus Cristo revela.
Ou Jesus Cristo é a autoridade suprema sobre o coração humano, ou não vale a pena lhe dar atenção. Estou disposto a confiar no seu diagnóstico? Se, em vez disso, escolho confiar na minha inocência, mais cedo ou mais tarde chegarei a um ponto em que, com um despertar assustador, descobrirei que o que Jesus Cristo diz é verdade. Então ficarei horrorizado com o potencial de mal e erro dentro de mim. Enquanto permaneço sob o refúgio da inocência, estou vivendo em uma falsa segurança. Se nunca fui um trapaceiro ou uma ameaça, a razão é uma mistura de covardia e das pressões da sociedade humana. Quando fico exposto diante de Deus, descubro que Jesus Cristo está certo em seu diagnóstico.
A única coisa que protege o coração humano é a redenção de Jesus Cristo. Se eu me entregar a ele, nunca precisarei experimentar as terríveis possibilidades que existem dentro do meu coração. A pureza é profunda demais para que eu a alcance por conta própria, mas quando Deus entra, ele traz para o centro da minha vida pessoal o mesmo Espírito que se manifestou na vida do meu Senhor: o Espírito Santo. A partir de então, a pureza sem mancha de Jesus Cristo passa a ser minha.


