
Atraído pelo Pai
Quando Deus me atrai, a questão da minha vontade surge imediatamente. Vou responder à revelação que Ele me deu? Vou me achegar a Ele? Trata-se de obedecer, não de ficar ruminando e discutindo.
Nunca discuta com ninguém quando Deus fala; discutir sobre questões espirituais é uma impertinência. Crer não é um ato intelectual; é um ato moral no qual eu me comprometo deliberadamente com Ele. Vou me entregar totalmente a Deus e agir de acordo com o que Ele diz? Se eu quiser, descobrirei que estou firmado numa realidade tão segura quanto o Seu trono.
Ao pregar o evangelho, sempre leve as pessoas a decidir pela vontade. Deixe claro aos seus ouvintes que crer exige a vontade de crer, que é necessária uma rendição da vontade. Cada um de nós deve, deliberadamente, lançar-se sobre Deus e sobre o que Ele diz, até não confiarmos mais no que fizemos, mas somente nEle. O que nos impede, na maioria das vezes, é que não confiamos em Deus, apenas no nosso próprio entendimento.
Quanto aos sentimentos, devo colocá-los de lado, apostando tudo, sem reservas, no que Deus diz. Preciso decidir crer, e isso nunca acontece sem um esforço intenso da minha parte para romper com minhas antigas maneiras de ver as coisas e, então, me entregar a Ele.
Cada um de nós foi criado para alcançar além do que pode abarcar. É Deus quem me atrai, e meu relacionamento com Ele é, antes de tudo, pessoal, não intelectual. Sou introduzido nesse relacionamento pelo milagre de Deus e pela minha própria decisão de crer. Só depois começo a compreender, de forma mais clara, a maravilha dessa nossa relação.

