Às vezes, em nossa vida com Deus, há confusão espiritual. Nesses momentos, não adianta dizer que não deveria haver confusão. A confusão não é uma questão de certo ou errado. É uma questão de Deus conduzi-lo por um caminho que você não entende. A única maneira de alcançar o que Deus deseja é continuar avançando através da confusão até chegar à clareza.
O ocultamento da sua amizade. “Suponha que você tenha um amigo...” (Lucas 11:5). Jesus conta a história de um homem que parecia não se importar com o amigo. Às vezes, diz Jesus, é assim que o seu Pai celestial parecerá. Em meio à sua confusão, você pensará que Ele é um amigo indiferente, mas não é. Não desista. Lembre-se: foi Jesus quem disse: “Todo o que pede recebe” (Mateus 7:8).
A sombra sobre a sua paternidade. “Qual de vocês, pais...” (Lucas 11:11). Jesus diz que há momentos em que o seu Pai parecerá um pai sem amor, mas não é. Se agora uma sombra cobre o rosto do seu Pai, descanse na confiança de que Ele finalmente revelará os seus propósitos e justificará tudo o que permitiu. Muitas vezes, até o próprio amor precisa esperar, em dor e lágrimas, pela bênção de uma comunhão mais plena.
A estranheza da sua fidelidade. “Em certa cidade havia um juiz...” (Lucas 18:2). Às vezes, diz Jesus, o seu Pai parecerá um juiz injusto, mas não é. Permaneça firme na convicção de que o que Jesus diz é verdade e lembre-se de que Deus tem questões maiores em vista do que aquilo que você pede. Está chegando o tempo, diz Jesus, em que veremos com perfeita clareza. Então o véu será retirado, as sombras desaparecerão, a confusão cessará, e começaremos a compreender a amizade, a paternidade e a fidelidade de Deus em relação à nossa própria vida.